Varejo pós-pandemia: entenda o que vai mudar no mercado

E-commerce Mar 31, 2021

A Covid-19 ainda é uma realidade distante de estar superada no país, mas o mercado já traz alguns vislumbres das tendências que vão mudar o varejo pós-pandemia.

Entre janeiro e agosto de 2020, o setor de e-commerce cresceu 56,8% faturando R$ 41,92 bilhões, de acordo com o estudo do Movimento Compre & Confie e da Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (ABComm).

O isolamento social fez com que os donos de lojas físicas expandissem seus negócios para o comércio eletrônico, assim como os que já estavam online precisassem reforçar as estratégias devido ao aumento da concorrência.

Um dos pontos que norteiam esse cenário é a criação de uma experiência de compra bem construída e positiva.

Mas, claro, os esforços não se resumem apenas aos processos técnicos. Entender o perfil do cliente é fundamental e muito relevante no trabalho.

Por isso, entender quais são os rumos que o momento aponta agora são essenciais para se adaptar às novas tendências do varejo pós-pandemia. Continue lendo e conheça sete delas!

O que vai mudar no varejo pós-pandemia?

A pandemia do novo coronavírus é um desafio que todos os países, inclusive o Brasil, estão lutando para contornar.

Com isso, as mudanças esperadas para o varejo pós-pandemia são ações que muitos negócios já estão se adaptando, mas como ainda não temos um cenário controlado, escolhemos falar delas neste post como algo futuro.

Confira as sete tendências que vão mudar no varejo pós-pandemia:

1. Aumento da adesão às compras online

Em 2010, o e-commerce brasileiro gerou R$ 15,4 bilhões em vendas. Corta para 2019, quase dez anos depois, e o mercado agora fatura quatro vezes mais, fechando o ano com R$ 61,9 bilhões em vendas.

Em novembro de 2020, mesmo com todos os percalços econômicos da pandemia, o saldo de crescimento do ano foi de 122%, chegando a impressionantes R$ 115,3 bilhões em vendas.

O crescimento do faturamento está ligado, entre outros fatores, ao aumento da adesão às compras online.

Com a pandemia, pessoas que antes poderiam relutar em relação a adquirir um produto na internet, tiveram que recorrer ao meio como alternativa de compra.

Fora os grandes players do mercado, os negócios locais também migraram para o digital, levando junto seus clientes atuais e chamando a atenção de novos consumidores.

A tendência é que o mercado continue crescendo e novas pessoas escolham a venda online tanto para evitar circularem nas ruas quanto para aproveitarem a comodidade de seus produtos chegarem direto em casa.

2. Diversidade nos produtos vendidos pela internet

Outra tendência para o varejo pós-pandemia é a ampliação da diversidade de produtos vendidos pela internet.

As principais categorias que tiveram destaque no cenário pandêmico nos e-commerces foram:

  • Moda e acessórios: com ‘troca grátis’ como um critério de compra importante;
  • Eletrônicos: uma categoria muito buscada, especialmente em épocas promocionais como a Black Friday;
  • Casa e decoração: sem poder sair de casa, as pessoas buscaram por móveis online, priorizando detalhes como a garantia;
  • Produtos infantis: uma das categorias — inclui roupas e brinquedos — onde as vendas mais crescem no país;
  • Turismo: as pesquisas não pararam, mas o foco dos usuários são em passagens e pacotes com taxa de cancelamento grátis;
  • Ensino a distância: as salas de aulas físicas fecharam, mas as pessoas apostaram no EAD para continuarem aprendendo, priorizando oportunidades gratuitas e com certificado;
  • Saúde e beleza: com mais tempo em casa e impactos na pele com o uso de máscara, o número de pedidos aumentou 19%;
  • Esportivo: praticar esportes também foi prioridade na pandemia, o nicho representa 8% do total de pedidos online;
  • Games: quem tinha ou quis adquirir entretenimento também aproveitou a pandemia para investir na compra de jogos e consoles.

Quem está querendo investir na abertura de uma loja online, pode analisar mais profundamente as categorias e entender quais produtos estão em alta.

Vale lembrar que alguns itens exigem mais investimento de estoque que outros, então o planejamento do e-commerce deve ser bem estruturado.

Leia também: Quais são os produtos mais vendidos em marketplaces? [TOP 7]

3. Opções de pagamento seguras

Mais gente comprando, novas categorias de produto ganhando espaço no mercado digital e como o cliente paga por essas vantagens?

Outra tendência que vai se destacar no varejo pós-pandemia é a flexibilidade nas opções de pagamento.

Assim como nas lojas físicas, os consumidores esperam poder escolher qual meio de pagamento querem usar. Cartão de crédito ou débito, boleto bancário, opções de parcelamento são comodidades básicas.

A mais nova tecnologia que beneficia os lojistas pela isenção de taxas é o Pix no e-commerce.

Muitas lojas já incorporaram essa opção de pagamento e ainda oferecem desconto já que o pagamento cai direto na conta e não é taxado.

Qualquer que seja a opção ou se sua loja virtual oferecer todas, garanta a segurança do cliente. Torne seu site seguro, escolha provedores de serviço confiáveis e destaque isso na sua página.

4. Flexibilização do frete

Sabia que o valor do frete é responsável por 70% dos abandonos de carrinho nos e-commerces?

É uma parcela grande de desistência e melhorar essa logística é fundamental para conseguir um bom contrato que tenha vantagens para os dois lados.

O frete grátis é um atrativo para o cliente, mas gera custos para o vendedor. Por isso, ter uma parceria com uma transportadora ou um contrato com os Correios para e-commerce pode ajudar.

Os clientes esperam que o varejo pós-pandemia continue prático e econômico, permitindo desfrutar de um serviço de qualidade por um bom preço.

Invista em pesquisas e compare os valores do serviço disponíveis. Planeje campanhas periódicas com frete com valor fixo ou com isenção total.

Lembrete: isso vai gerar custos, mas planejar e escolher o momento adequado (fora das épocas de grande promoção) podem gerar um bom retorno.

5. Valorização de PMEs locais

Novos consumidores incluindo a compra online na rotina, reforça a tendência de que as empresas que investem no digital vão continuar investindo no varejo pós-pandemia.

Isso fortalece muito as pequenas e médias empresas locais que podem atender mais pessoas da cidade onde estão localizadas. Além de abrir margem para um crescimento regional e até nacional.

As empresas que investirem em capacitação para expandir com uma boa infraestrutura podem ver o faturamento crescer.

As redes sociais são o canal de marketing onde as PMEs estão investindo para ganhar relevância e tendo o apoio da sua base de consumidores

6. Mais trocas para a decisão de compra

A jornada de compra na internet também tem seu próprio caminho, dependendo do tipo de negócio.

Uma fase importante quando o usuário decide comprar é pesquisar opiniões de outros consumidores, resenhas de produtos, etc.

Essa validação ajuda quem está decidindo a reforçar sua ideia em relação aos benefícios ou ter cautela diante das escolhas.

Nas redes sociais, os influenciadores digitais estão atuando como parceiros das marcas, emprestando sua credibilidade com o público.

Mas as empresas também podem aproveitar a própria base de clientes para estimular que os clientes deixem avaliações nas páginas de produtos.

Esses depoimentos podem virar material de marketing nas redes sociais, na home do site, nas newsletter promocionais, entre outros materiais.

7. Mais espaço para parcerias

O cenário atual e também no varejo pós-pandemia, a colaboração entre negócios de nichos complementares é fundamental.

As empresas podem investir juntas em oferecer diferenciais que enriqueçam a experiência de compra dos clientes.

Essas parcerias podem permitir não só a venda casada, mas também ampliação da área de atuação da empresa e ações mais inovadoras.

Qual sua expectativa para o varejo pós-pandemia?

Seu negócio já investe em alguma das estratégias acima? O planejamento em tempos de crise é fundamental para conseguir criar ações que sustentem o negócio a curto, médio e longo prazo.

O varejo pós-pandemia vai consolidar muitas práticas atuais e começar desde já a fazer mudanças na gestão da sua empresa é fundamental.

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